domingo, 13 de agosto de 2017

Origem da palavra IDIOTA

Assisti, há alguns dias, um vídeo que me foi compartilhado através do Whatsapp, de Mário Sérgio de Cortella, falando sobre a origem da palavra idiota. Acesse o vídeo aqui

Cortella nos fala que, há aproximadamente 2000 anos, os gregos se utilizavam de um termo para definir aquelas pessoas que “só olhavam para o próprio umbigo” se desinteressando por participar da coletividade, pois visavam a atingir somente os seus interesses pessoais, só realizavam coisas que pudessem trazer benefícios para si mesmos, em detrimento dos interesses da coletividade. Esses se utilizariam, certamente, do ditado: “Cada um por si”. Embora tivesse vindo à minha mente a palavra egoísta, que não deixa de ser, a palavra que os gregos utilizavam para definir esse tipo de indivíduo é IDIOTA.

Mas Cortella ainda nos apresenta outra palavra que os gregos também utilizavam para definir as pessoas que agiam de modo contrário, ou seja, se interessavam pelo bem-estar da coletividade em que viviam e tinham a atitude de fazer algo pelo bem dessa coletividade e consequentemente, colhendo os frutos do bem ao próximo, pois se a coletividade está bem, eu também estou. Esses, certamente, se utilizariam do ditado: “Um por todos e todos por um”. Pensei, então, em religiosos. Mas estava novamente enganado. O termo correto é POLÍTICO.

Como é costumeiro, com o tempo vamos dando conotações às palavras diferentes de seu significado original. Isso aconteceu com as palavras ignorante, demônio, capeta, satanás, entre outras, e também com as palavras idiota e político.

Hoje em dia, vamos encontrar idiotas, na concepção original da sua utilização pelos gregos, governando o país, pois não governam para a coletividade e o bem-estar social. Mas vamos encontrar também os idiotas que não estão no poder e se rebelam contra os que estão porque gostariam de estar no lugar deles fazendo a mesma coisa. São chamados normalmente de oposição.

Encontraremos, também, uma outra parcela da humanidade que não deseja o poder, mas que também pode ser considerada idiota, repito, na concepção original da utilização do termo pelos gregos. São aqueles que embora não se interessem pelo poder, também não se interessam pela coletividade. Se fazem alguma coisa, é apenas para atingir seus próprios interesses.

E nessa sequência, encontraremos poucos, muito poucos mesmo, que se interessam em ser políticos.

Na Revista Cultura Espírita de janeiro/2017, vamos encontrar um artigo de Moacir Costa de Araújo Lima, do Rio Grande do Sul, com o título O Valor da Espiritualidade em Meio à Violência Social que nos fala a respeito da mudança de paradigma que a física quântica nos traz quando nos mostra que não somos seres inertes perante as modificações da natureza, sobretudo a humana, mas que toda energia que movimentamos através do nosso pensamento, pode transformar possibilidades.

A interpretação do materialismo realista nos descreve um universo de grandes vazios, segundo Moacir, em que tudo só funcionava à força, e onde nós, meros observadores, não tínhamos a menor possibilidade de intervenção. Era um universo mecânico.

Sofremos, ainda hoje, as consequências desse entendimento materialista em que somos meros objetos com início e fim programados de forma irreversível. E quando tentamos ter algum entendimento que nos leve a espiritualização, somo condenados a um inferno, criado para controlar através do medo. Diz Moacir em seu artigo: “E os que se comportam bem, pelo medo, alimentam recalques e a esperança de um dia ver, quem hoje manda, severamente penalizado e os que vivem felizes, castigados no fogo do inferno”.

Encontramos hoje aqueles que confundem autoridade com autoritarismo e quando se encontram no poder não perdem o ensejo de prejudicar quem está sujeito à sua autoridade, ao invés de usá-la para o progresso e o bom desenvolvimento das atividades de seus subordinados.

Encontraremos, ainda, os rebeldes sem causa, aqueles mesmos que não conseguiram alcançar o poder e são ávidos em exigir “seus direitos”, mas que não se empenham com a mesma avidez para cumprirem com os seus deveres e que, se alcançassem o poder, não agiriam diferente dos que lá estão. Cria-se a imagem fixa de que todo patrão é essencialmente mau, mas quando têm a oportunidade de se tornarem patrões esquecem-se de que um dia foram empregados e de como desejavam ser tratados, transformando-se naqueles mesmos patrões, que como os idiotas, só pensam nos próprios interesses.

O que está nos faltando é descobrir que como movimentadores de energias capazes de transformar, podemos utilizá-las, através de pensamentos e atitudes voltadas à melhoria do ambiente em que vivemos, transformando-nos em seres melhores, menos egoístas, e porque não dizer, deixando de ser idiotas para nos transformarmos em verdadeiros políticos, aqueles que se interessam pelo bem estar social, pelo bem estar da comunidade em que vive participando, não só das manifestações de rua, mas das manifestações de mudança de caráter, se apresentando como exemplo de transformação. Moacir, em seu artigo na RCE diz o seguinte: “...estamos convidados a criar uma massa crítica pensante, capaz de liberar energia suficiente para a produção de um clima de harmonia e progresso. ”

Toda mudança que desejamos no outro deve começar por nós mesmos e assim, copiando, ainda, Moacir Costa de Araújo Lima, finalizo com ele: “A Física Quântica alerta que estamos interconectados e que, como emissores e receptores que somos, só recebemos nas frequências em que somos capazes de vibrar. Espiritualidade com fé raciocinada e filosofia da ciência mostra o amor como solução dos problemas humanos. Falta aos humanos se conhecerem e agirem como humanos. Quem se conhece, quem se descobriu, ou, após um período de esquecimento está se redescobrindo, entenderá que falta ao homem, desviado da rota do bem, consciência de si mesmo.
                
O grande caminho é o do conhece-te”.
               
Quando nos conhecermos, ou nos reconhecermos, estaremos capazes de decidir se vamos permanecer agindo como idiotas ou se vamos passar a agir como políticos, na real concepção do que isso significa.

Que Deus nos abençoe e ilumine.

Revista Cultura Espírita é uma publicação mensal do ICEB - Instituto de Cultura Espírita do Brasil
Acesse aqui

domingo, 9 de abril de 2017

Apontamentos sobre o filme A Cabana

                Antes do filme A Cabana entrar em cartaz na minha cidade, assisti ao trailer e também li alguns comentários acerca dos perigos que o filme poderia oferecer, inclusive no tocante ao filme apresentar uma mulher como sendo a figura de Deus, já que Deus não teria sexo. Isso aguçou minha vontade de assisti-lo, pois não poderia tecer comentários ou criticá-lo negativamente sem antes conhecê-lo, coisa que a maioria das pessoas faz. Ressalto que não cheguei a ler o livro, mas pretendo fazê-lo tão logo possa.

                Pois bem, o filme conta a história de uma pessoa, Mack (Sam Worthington), e sua experiência com a divindade. Mack, quando menino, sofria com os mau tratos que seu pai impunha à sua mãe e, um dia, orientado por uma vizinha que o acolheu em um dos momentos em que seu pai agredia sua mãe, buscou a ajuda de Deus. Na igreja que frequentava com a família, procurou o pastor e pediu perdão a Deus por não poder ajudar a mãe, revelando o que o pai fazia quando estava alcoolizado. Isso lhe custou uma surra durante uma noite inteira, levando-o a decidir envenenar o pai.

                Adulto, Mack constituiu família, tornou-se pai amoroso e, em um passeio com os três filhos em um acampamento, a menorzinha desapareceu. Mack não tinha um relacionamento muito íntimo com Deus, ao contrário de sua esposa que o tratava por “Papai” e dirigia-se a Deus com a intimidade com que se dirigiria a um pai querido.

                Com o desaparecimento da filha e a constatação de que fora raptada e morta, Mack entrou em estado de tristeza, bem como sua outra filha passou a se sentir culpada pelo desaparecimento da irmã, já que o fato ocorreu em um momento de distração do pai devido a um acidente provocado por ela. Inicia-se, então, o processo de “cura” e da sua aproximação a Deus.

                No filme, Deus, ou Papai, apresenta-se na figura de uma mulher negra (Octavia Spencer) e isso, foi esclarecido pela própria personagem.  Tendo o menino Mack sofrido horrores nas mãos do pai, muito provavelmente haveria rejeição se “Deus” tivesse se apresentado como homem. Ao contrário, apresentou-se como mulher de acordo com as suas lembranças de infância, daquela vizinha que o acolheu nos momentos de sofrimento e dor.

                Nesse contato com Deus, Mack questionou muito, revoltou-se, mas foi dado a ele o poder de escolha (livre arbítrio) de se curar ou voltar para casa e continuar vivendo sua tristeza e sua culpa. Interessado no desfecho do que estava lhe acontecendo, resolveu ficar. E Deus lhe apresentou a cura através do perdão. Ele precisou depurar suas dores através do perdão bem entendido. E somente depois de perdoar o próprio pai e o assassino de sua filha é que conseguiu se libertar dos traumas e se transformar em uma pessoa mais leve.

                Coincidentemente, assisti ao filme após ter recebido de uma grande amiga um vídeo de Rossandro Klinjey falando sobre o mesmo assunto, o perdão, que vale a pena assistir, basta acessar através do link: https://youtu.be/85-bE7ywbFA.

                Importante também ressaltar que a esposa de Mack, Nan (Radha Mitchell), que tinha mais intimidade com Deus, não sofreu tanto com o desaparecimento da filha. Sofreu mais com o estado em que o marido se encontrava e que estava, aos poucos, destruindo a família.

                A mensagem que absorvi do filme, e que acredito que muitos não irão compreender e achar o filme ruim, foi:

1)      A de que somos eternos, o que qualquer religião cristã afirma, embora o filme não seja de cunho religioso. A morte do corpo físico não nos destrói e permanecemos sendo uma individualidade, conforme afirma o Espiritismo. Mack pôde ver o estado espiritual em que se encontrava sua filha, e isso o confortou. Teve contato também com a visão das criaturas, filhas de Deus, não como pessoas, mas como cores, energias, vibrações e. dentre elas, surgiu seu pai, momento em que puderam se perdoar, reciprocamente.

2)      O poder do perdão na cura de nossas mazelas, pois enquanto não perdoamos e não deixamos o passado no passado, permanecemos sofrendo. O perdão não significa esquecer o mal que nos fizeram, mas deixa-lo no passado, onde é seu lugar, para prosseguirmos com a nossa vida. Com o perdão, mais do que libertar o nosso ofensor, libertamos a nós mesmos.

Por que temos tanta dificuldade em entender Deus e também para entender a mensagem contida nos evangelhos?

A nossa visão materialista de Deus, quando o transformamos numa figura cheia dos nossos defeitos e com sentimentos próprios da imperfeição humana, nos faz crer num deus injusto.

Em primeiro lugar, precisaríamos admitir que somos eternos, que a passagem pela roupagem física representa bem menos do que uma fração de segundo perante a eternidade e que esse pequeno lapso de tempo em que vivemos na Terra não seria suficiente para determinar a nossa condenação ao inferno ou ao céu, que aliás não passam de estados de alma, trazendo à tona que somente através da reencarnação poderíamos assegurar uma justiça igualitária que garantiria a todos a oportunidade de corrigirem seus erros. Deus ama todas as suas criaturas, mesmo as que estão em erro, pois como afirmou o Mestre Nazareno em Matheus 18:10-14, o bom pastor vai atrás da única ovelha que se perdeu, a fim de resgatá-la, numa demonstração de que nenhuma ovelha confiada a ele se perderá. Portanto, seria um contrassenso, afirmar que por uma única vida de erros estaríamos condenados ao inferno eterno e que não teríamos nunca a oportunidade de, através do arrependimento, resgatarmos as nossas dívidas. Toda a humanidade terrestre estaria condenada a isso, pois não há uma alma sequer, aqui neste planeta que não tenha cometido ao menos um erro, bem como não seria justo o simples fato de arrepender-se ser suficiente para livrá-lo da condenação eterna, sem que fosse possível recolocar as coisas no lugar. Seria injusto, principalmente com aqueles que procuraram pautar suas vidas pelo caminho ca correção. Somente a reencarnação seria capaz de propiciar essa oportunidade.

Muitas pessoas  de outros entendimentos religiosos poderiam afirmar que é um absurdo a Lei da Reencarnação, mas essas mesmas pessoas afirmariam que creem no Deus do impossível e que esse mesmo Deus pode fazer com que, na Ressurreição, a alma possa retornar a um corpo já decomposto pela natureza, onde seus elementos já foram utilizados para constituir novos organismos, levantando-se da tumba, como verdadeiros zumbis, para retornarem à vida, mais uma vez, apenas com a visão materialista da ressureição. Se Deus é o Deus do Impossível, por que não poderia, através da geração de um novo corpo no ventre materno, destiná-lo a reencarnação de um espírito que necessita de uma nova oportunidade para corrigir seus erros?

Mas, voltando ao foco do filme, poucas pessoas conseguirão entender a mensagem que foi deixada se não analisarem afastados do preconceito religioso. Ainda existem pessoas que acreditam que se tocarem o disco da Xuxa de trás para frente ouvirão uma mensagem do demônio. Então, se o preconceito religioso ficar focado no fato de que Deus foi representado no filme pela figura de uma mulher, embora em determinado momento se apresentou também na forma masculina, não conseguiremos captar a mensagem do filme, onde mostra que Deus se apresenta para nós da forma em que temos capacidade de entender e aquela foi a maneira de Mack conhecer Deus.

A Cabana mostra que a chave para o personagem em conflito se libertar de seu sofrimento, adquirindo uma nova perspectiva de vida, transformando-se numa pessoa melhor, mais confiante, alegre e bem-disposta foi O PERDÃO. E me perdoem os religiosos que acham que a mensagem do filme é perigosa, pois não consigo perceber onde há o perigo em disseminar a atitude do perdão, sobretudo para quem se diz cristão. São palavras do Cristo, contidas em Matheus 5:44-48:
44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;
45 Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
46 Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?
47 E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
48 Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.

Para mim, valeu a pena. Saí do cinema refletindo muito sobre como tenho conduzido minhas escolhas.


Paz e Luz

domingo, 5 de março de 2017

Ainda há Esperanças

                Diante do quadro caótico que estamos vivendo, podemos dizer que ainda há esperanças? Tantas notícias de corrupção, de violência, políticos e empresários presos e uma impressão de que não sobrou ninguém honesto nesse país, como podemos ter esperanças de um futuro melhor? Há, ainda, as guerras e a fome em outras partes do planeta. Parece o fim. O que podemos fazer?

                A primeira coisa a se fazer é uma mudança dentro de nós mesmos. Sim, uma mudança para que nos tornemos um espelho onde poderá se refletir a imagem da mudança que esperamos no mundo, a mudança que esperamos nos nossos políticos.

                Quais são as nossas maiores reclamações? Não são a violência e a corrupção, a desonestidade? Que tal fornecermos o exemplo de tolerância (não violência) e de honestidade?

                Somos, muitas vezes, permissivos com os nossos erros. Nos permitimos pequenas atitudes que nada mais são do que o início da corrupção em nós mesmos. Quando avançamos o sinal vermelho no trânsito, quando aceleramos ao vermos o sinal amarelo ao invés de diminuirmos para parar, quando estacionamos nas calçadas (quando existem) atrapalhando o ir e vir dos pedestres, sobretudo dos cadeirantes e idosos, bem como dos estudantes nas proximidades das escolas, isso só para falar dos “pequenos erros” cometidos no trânsito, que nada mais são do que infração à Lei de Trânsito. Poderia enumerar aqui várias outras atitudes nossas que, aos nossos olhos, são de pouca importância, mas que não passam de pequenas corrupções.

                As pessoas envolvidas nos grandes roubos, nas grandes corrupções, geralmente começaram nas pequenas atitudes erradas, permissivas, frutos de uma educação deficiente onde levar vantagem é o que importa. Ou tem alguém que acredita que os políticos desonestos são seres extraterrestres que foram jogados neste planeta apenas para roubar, matar e destruir? Não, eles saíram do meio onde nós vivemos, precisamos reconhecer, são frutos de nossa cultura equivocada.

                Assim como as pequenas atitudes ruins podem tomar vulto e se tornarem grandes corrupções, movidas pela exacerbação das conquistas materiais e por isso mesmo provisórias, as pequenas atitudes corretas podem tomar vulto e se transformar um dia em grandes movimentos para o amor, a paz e a fraternidade, em verdadeira conquista do espírito, essa sim, eterna.

                Podemos começar nos recusando a cometer aqueles pequenos atos que aparentemente não prejudicam a ninguém, mas que não deixam de ser o rompimento de uma regra de convivência em sociedade.

                Tudo começa nas pequenas atitudes que aos poucos vão virando costume e passamos a praticar com naturalidade e nesse passo vamos percebendo que podemos ter outras atitudes maiores e vamos ampliando o nosso desejo e a nossa capacidade de agir. Isso se dá tanto para o aspecto negativo quanto para o positivo. E, assim, vamos contaminando as pessoas ao nosso redor, sobretudo as crianças, que costumam seguir o nosso exemplo.

                Quando começamos a ter atitudes melhores, respeitando as regras de convivência, às leis, sobretudo, as pessoas acostumadas à permissibilidade, costumam nos tachar de trouxas, otários, afinal, eles são espertos e sabem tirar vantagem em tudo. E são, esses mesmos, os primeiros a reclamarem da corrupção dos políticos, até se tornarem políticos também.

                Como você gostaria de contaminar a sociedade? Com as atitudes que levam à corrupção ou com as atitudes que elevarão, um dia, o nosso planeta ao patamar de mundo de regeneração?

                Como você deseja educar seus filhos e netos? Para serem espertos e futuramente corruptos ou para serem homens de bem?

                Hoje, as pessoas honestas perderam o interesse em atuar na política, pois perderam a esperança e isso é extremamente prejudicial, pois o resultado é a presença, quase que unicamente, de políticos desonestos administrando o país.

                Por isso, é necessário nos reeducarmos e passarmos a ter atitudes melhores, mais honestas, mais coerentes, já que reclamamos tanto da corrupção. Precisamos educar nossas crianças com valores morais e não para terem apenas conquistas materiais, sob pena de estarmos criando futuros políticos corruptos de quem tanto reclamamos. As conquistas materiais, embora necessárias para a sobrevivência nesse mundo, nós não as levaremos para lugar nenhum após descermos ao sepulcro. Que as conquistas materiais sejam fruto de trabalho honesto e não da exploração e da desgraça do ser humano, promovendo, assim, o bem estar social.

                Ainda há esperanças, o de que precisamos é reconhecer os nossos defeitos e mudar as nossas atitudes, banindo de nós mesmos as pequenas corrupções, contaminando a sociedade à nossa volta com o exemplo de que pode ser diferente sim, depende da cada um.

                Sugiro que assistam ao vídeo da cantora Flaira Ferro que pode ser acessado no seguinte endereço: https://www.facebook.com/GrupoIrmaScheilla/videos/174178453077803/

                Deus abençoe a todos

Neil Pinheiro em 05/03/2017